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← Voltar para o início Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas 2026, MNDN
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Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas 2026, MNDN

📊 Lançamento: Marco de Incidência Política

O MNDN lança a “Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas 2026”, um levantamento epidemiológico completo, com 46 páginas e centenas de dados verificados, produzido para subsidiar decisões concretas de política pública. Leia online, no computador ou no celular, ou baixe o PDF.

Esta reportagem tem um PDF incorporado e cards interativos. Toque neles ao longo do texto para ver mais.

Hanseníase, tuberculose, sífilis, doença de Chagas, leishmanioses, esquistossomose, geo-helmintíases, filariose linfática, malária, arboviroses e tracoma. Onze condições, agentes causadores completamente diferentes, mas uma raiz social em comum: desigualdade de saneamento, moradia e acesso à saúde. O MNDN acaba de reunir tudo isso, com fonte identificada em cada dado, num único documento de referência: a Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas 2026.

Capa da Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas 2026, do MNDN
Capa da Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas, lançada pelo MNDN em setembro de 2026.

O que é essa apostila

Diferente da cartilha educativa que o MNDN lançou recentemente, pensada para linguagem acessível ao público geral, esta apostila tem outro propósito: ser um marco de incidência política, um documento técnico, referenciado e pronto para ser encaminhado ao Ministério da Saúde, à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), às comissões de saúde do Congresso Nacional e aos conselhos estaduais e municipais de saúde.

Cada dado citado tem fonte identificada: boletins epidemiológicos oficiais do Ministério da Saúde, Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), Censo Demográfico do IBGE, estudos científicos revisados por pares e a série de reportagens que o próprio MNDN produziu ao longo de 2026.

A cartilha “Patentes, Remédios e Doenças Negligenciadas” foi feita para qualquer pessoa entender, com analogias do dia a dia e ilustrações. Já esta apostila é um documento técnico de referência, organizado doença por doença, com estatísticas, rankings estaduais e recomendações formais, pensado para pautar reuniões com gestores públicos e parlamentares. São ferramentas complementares: uma explica, a outra cobra.

Leia ou baixe a apostila completa

Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas 2026

46 páginas, com dados de 11 doenças, gráficos, rankings estaduais e recomendações. Funciona no computador e também no celular.

Baixar PDF da apostila

O que você vai encontrar lá dentro

Sem repetir todos os números aqui (o documento é para ser consultado por completo), um resumo do que está organizado nele:

O que são DTNs

As 20 doenças da OMS e as 14 do programa Brasil Saudável, explicadas.

11 doenças, capítulo por capítulo

Números nacionais, ranking de estados mais críticos e desafios reais.

Glossário e poesia

Termos epidemiológicos explicados, e uma poesia autoral de fechamento.

Recomendações formais

Uma lista de recomendações do MNDN por área prioritária, pronta para cobrança institucional.

👆 Toque aqui para ver os números da apostila em um clique.

Ainda não revelado. Toque no card acima.

Por que um documento assim importa

As doenças tropicais negligenciadas não afetam a população de forma aleatória. Elas se concentram exatamente onde falta saneamento básico, onde a moradia é precária, onde a renda é menor e onde o acesso ao diagnóstico precoce demora mais para chegar. A apostila reconhece avanços reais do país, como a eliminação da filariose linfática e a queda na mortalidade por malária, mas também documenta, com a mesma transparência, onde o Brasil segue distante das próprias metas.

As doenças negligenciadas não começam no consultório nem terminam no medicamento. Elas têm origem nas condições em que as pessoas vivem.

Trecho da Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas, MNDN (2026)

Um documento assim só existe porque o MNDN é, desde 2024, uma articulação de lideranças comunitárias, pessoas afetadas, voluntários e pesquisadores, sem financiamento institucional por trás. Cada dado aqui reunido é também um exercício de controle social, o direito da população de acompanhar e cobrar políticas públicas de saúde, garantido pela Lei nº 8.142/1990.

Perguntas que o MNDN dirige ao poder público

  • O Ministério da Saúde e a CONITEC têm processo formal de recebimento e resposta a documentos técnicos produzidos pela sociedade civil, como esta apostila?
  • As recomendações por área prioritária listadas neste documento, incluindo a reavaliação da SDR-PEP para hanseníase e o estoque estratégico de penicilina benzatina para sífilis, serão avaliadas pelas instâncias competentes?
  • Existe compromisso de resposta pública às lacunas de vigilância epidemiológica identificadas, como a ausência de sistema de rotina para geo-helmintíases e tracoma?

A posição do Movimento

Logo do Movimento Nacional das Doenças Negligenciadas
Arte: MNDN

Reconhecer avanço não significa aceitar que o trabalho terminou. Esta apostila nasce da convicção de que política pública de qualidade se constrói com dado verificável, não apenas com boa intenção. Nossa posição:

  • Dado como ferramenta de cobrança: um documento tecnicamente sólido, com fonte em cada informação, tem mais força para pautar decisões do que qualquer discurso isolado;
  • Atualização contínua: esta é a primeira edição de um documento que o MNDN pretende manter vivo, incorporando novos dados e novas doenças em edições futuras;
  • Uso livre para a causa: convidamos gestores, parlamentares, pesquisadores e outras organizações da sociedade civil a usar, citar e cobrar com base nesta apostila.

Perguntas frequentes sobre a apostila

Sim, totalmente gratuita. Você pode lê-la direto nesta página, no computador ou no celular, ou baixar o PDF completo.

Pode, e o MNDN incentiva esse uso. Basta manter a fonte identificada, já que cada dado citado no documento tem sua origem detalhada na seção de Fontes e Referências.

Não, são materiais complementares. A cartilha explica um tema específico (patentes e remédios) em linguagem simples. A apostila é um panorama técnico completo das doenças tropicais negligenciadas, pensado para incidência política.

O MNDN pretende encaminhá-la ao Ministério da Saúde, à CONITEC, às comissões de saúde da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, e aos conselhos estaduais e municipais de saúde.

Fontes e referências

  • MNDN. Apostila Nacional das Doenças Tropicais Negligenciadas 2026 (PDF completo). Setembro de 2026. mndnbrasil.org.
  • A relação completa de fontes usadas na apostila (boletins do Ministério da Saúde, IBGE, OMS e estudos científicos) está disponível na própria seção de Fontes e Referências do documento, a partir da página 40.

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